O terror das enfermeiras
Richard Franklin Speck, 24 anos,
lixeiro semi-analfabeto de Chicago, era fanático por quadrinhos e viciado
em drogras e álcool. Tinha a frase "Born to Raise Hell" ("Nascido
pra zuar", em tradução anos 90) tatuada no antebraço.
Na noite de 14 de julho de 1966, completamente bêbado e armado com um
revólver e uma faca, invadiu a casa de nove enfermeiras que moravam juntas.
Após amarrá-las, matou-as uma a uma. A única sobrevivente
foi Cotazón Amurao, de 23 anos, que se arrastou para baixo de uma cama
e ficou escondida durante o massacre.
Identificado por suas digitais
e reconhecido por Corazón, Speck foi acusado de assassinato em primeiro
grau e setenciado à cadeira elétrica em julho de 1967.
Quando
a Suprema Corte aboliu a pena de morte, Speck foi novamente a julgamento e condenado
a 400 anos de prisão. Alegou inocência até 1978, quando
finalmente confessou o crime a um repórter. Em
5 de dezembro de 1991, teve um ataque cardiaco fatal. E em maio de1996, uma
emissora de Chicago pôs no ar um vídeo de duas horas contradandeado
da prisão de Stateville. Na fita, Speck aparece com implantes de silicone
e usando calcinhas!. Em tom cínico e recheado de gargalhadas, ele falava
sobre seus crimes aberta e livremente, comentava sobre relacionamentos homossexuais
que tinha na prisão e cheirava enormes carreiras de cocaína.
Em certo momento, ele afirma:
"Se esses caras soubessem o quanto eu me diverti, teriam me soltado! Matar
não é como na TV, onde em três segundos a vítima
já era. A coisa toda leva três, quatro minutos... você tem
que usar muita força!"


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